FX “invade” pós-produção
28 de Janeiro de 2000 às 00:00:00, por Meios & Publicidade
Chegou ao mercado com um posicionamento bem definido. Na FX, a ideia é vender primeiro as pessoas e depois o equipamento
A Fotograma X, serviços audiovisuais é o nome da nova empresa de pós-produção de vídeo que na semana passada “invadiu” o mercado. “A Invasão” foi o nome dado á história de banda desenhada que os sócios da pós- -produtora – Paulo José, José Braga e Francisco Lopes – produziram para apresentar a empresa ao mercado. Uma história que, em breves palavras e imagens, destaca a missão da FX: eliminar do planeta “Spot” todas as pós-produções difíceis, livrar o planeta das “edições daninhas” e libertar os publicitários através de “contratos e condições de serviço imbatíveis”. Tudo começou quando José Braga e Paulo José se conheceram na Alturas Vídeo, que após a fusão com a Casa das Máquinas deu origem á CEE. «Conhecemo-nos na pós-produção e achámos que agora poderia ser a altura certa para constituir uma empresa de pós-produção com uma filosofia diferente, em que os operadores possam ajudar os realizadores na forma de filmar ou na escolha do próprio equipamento», explica José Braga, editor de imagem da FX. Esta era então a ocasião certa para lançar no mercado uma empresa «dedicada, em grande parte, á pós-produção na área da publicidade», acrescenta Paulo José, compositor de imagem e de efeitos gráficos da FX. Paulo José não exclui, porém, a hipótese de alargar a actividade da FX a outras áreas como a montagem de programas ou a televisão, nomeadamente genéricos. Com uma base totalmente digital, a FX conta ainda com Francisco Lopes, que assume na empresa a responsabilidade pela gestão e contacto. «Temos capacidade para fazer efeitos especiais, que podem ser aplicados em filmes, e trabalhamos com um sistema muito bom ao nível da composição e montagem: o Jaleo», explica Paulo José. A FX integra também uma outra empresa denominada Mónica e o Desejo, onde, através de um software Maya, Pedro Morais trabalha a área de 3D. Tendo já efectuado trabalhos para as produtoras Lisboa Capital e Tangerina Azul, na FX a ideia «é vender as pessoas primeiro e vender o equipamento depois», remata Paulo José.
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28 de Janeiro de 2000 às 00:00:00, por Meios & Publicidade
Chegou ao mercado com um posicionamento bem definido. Na FX, a ideia é vender primeiro as pessoas e depois o equipamento
A Fotograma X, serviços audiovisuais é o nome da nova empresa de pós-produção de vídeo que na semana passada “invadiu” o mercado. “A Invasão” foi o nome dado á história de banda desenhada que os sócios da pós- -produtora – Paulo José, José Braga e Francisco Lopes – produziram para apresentar a empresa ao mercado. Uma história que, em breves palavras e imagens, destaca a missão da FX: eliminar do planeta “Spot” todas as pós-produções difíceis, livrar o planeta das “edições daninhas” e libertar os publicitários através de “contratos e condições de serviço imbatíveis”. Tudo começou quando José Braga e Paulo José se conheceram na Alturas Vídeo, que após a fusão com a Casa das Máquinas deu origem á CEE. «Conhecemo-nos na pós-produção e achámos que agora poderia ser a altura certa para constituir uma empresa de pós-produção com uma filosofia diferente, em que os operadores possam ajudar os realizadores na forma de filmar ou na escolha do próprio equipamento», explica José Braga, editor de imagem da FX. Esta era então a ocasião certa para lançar no mercado uma empresa «dedicada, em grande parte, á pós-produção na área da publicidade», acrescenta Paulo José, compositor de imagem e de efeitos gráficos da FX. Paulo José não exclui, porém, a hipótese de alargar a actividade da FX a outras áreas como a montagem de programas ou a televisão, nomeadamente genéricos. Com uma base totalmente digital, a FX conta ainda com Francisco Lopes, que assume na empresa a responsabilidade pela gestão e contacto. «Temos capacidade para fazer efeitos especiais, que podem ser aplicados em filmes, e trabalhamos com um sistema muito bom ao nível da composição e montagem: o Jaleo», explica Paulo José. A FX integra também uma outra empresa denominada Mónica e o Desejo, onde, através de um software Maya, Pedro Morais trabalha a área de 3D. Tendo já efectuado trabalhos para as produtoras Lisboa Capital e Tangerina Azul, na FX a ideia «é vender as pessoas primeiro e vender o equipamento depois», remata Paulo José.
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Fotograma X – Um ano de actividade
6 de Abril de 2001 às 01:00:00, por Meios & Publicidade
Em Dezembro de 1999, José Braga e Paulo José, que juntamente com Francisco Lopes constituem o núcleo duro da pós-produtora, vieram ocupar as instalações da FX, baptizada como Fotograma X, na Quinta de S. Mateus, no Dafundo. Embora a sua actividade tenha começado há pouco mais de um ano, já tiveram oportunidade de assinar alguns bons anúncios publicitários. «O balanço é positivo. Estamos a crescer e mantemos um ritmo intenso de trabalho», revela José Braga. Segundo os três sócios da empresa, a suposta retracção no investimento publicitário não afectou a FX. No entanto, concordam que a forte concorrência é uma realidade que não pode ser ignorada. «O mercado já está muito saturado, não há espaço para muitas mais empresas nesta área», defende Paulo José. De acordo com este sócio, o problema está na dimensão do país: «Nos últimos cinco anos tem havido uma evolução, há outra filosofia de trabalho. O problema é que o mercado é pequeno.» O mais recente sócio da FX, Francisco Lopes, que há cerca de três meses se juntou á equipa para criar um departamento de multimédia, salienta a qualidade e a experiência dos recursos humanos como o principal factor de distinção da FX. «A nossa mais-valia são as pessoas. São os técnicos que trabalham com as máquinas. E são eles que trazem cá os nossos clientes», salienta Francisco Lopes. A tecnologia é também importante, e nesse ponto os profissionais acreditam estar ao mesmo nível dos melhores do ramo. «Temos as máquinas adequadas ás necessidades e a qualquer momento é possível introduzir maior capacidade e fazer um up-grade. Até porque queremos sempre ter mais velocidade no equipamento», acrescenta Paulo José. A intenção e o posicionamento da FX não é a de produzir em quantidade, mas com o máximo de qualidade possível: «Não queremos ser fábrica, essa não é a nossa filosofia.»notícia aqui
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